junho 2009


Eu poderia colocar uns cartuns do Michael, mas acho que uma homenagem mais brasileira é mais apropriada:

Sugestão de @josuedeoliveira no Twitter!

Anúncios

pequenos_herois

Pessoal, em breve teremos aqui notícias fresquinhas e algumas páginas de um projeto no qual trabalho há um ano chamado “Pequenos Heróis”. Teremos imagens, nome dos participantes e alguns dados sobre a origem do projeto.
Por enquanto, fiquem com algumas informações nos sites abaixo:

http://www.universohq.com/quadrinhos/2009/n18052009_01.cfm

http://mamaosubmundo.blogspot.com/2009/05/saiba-mais-sobre-o-projeto-pequenos.html

http://universohq.blogspot.com/2009/05/os-pequenos-herois-vem-ai-trocando.html

http://www.interney.net/blogs/melhoresdomundo/2009/06/16/conheca_os_pequenos_herois/#more35727

http://www.interney.net/blogs/melhoresdomundo/2009/06/26/veja_uma_pagina_exclusiva_de_pequenos_he/

http://oglobo.globo.com/blogs/gibizada

http://terrorcon.blogspot.com/2009/07/little-heroes-pequenos-herois.html

http://www.ambrosia.com.br/2009/07/01/nova-visao-dos-herois-da-dc-em-pequenos-herois/

http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=2&local=18&template=3948.dwt&section=Blogs&post=200080&blog=467&coldir=1&topo=4023.dwt

homemnerd

Para as pessoas que querem saber mais do livro além da minha suspeita opinião, o editor Guilherme Kroll postou uma resenha do livro no site Homem Nerd. Confiram um trecho:

“Enquanto Ele Estava Morto é o primeiro romance do autor, egresso dos quadrinhos, Estevão Ribeiro (Contos Tristes). Ribeiro é um autor que batalha com profissionalismo para que seus projetos sejam viabilizados. Diferentemente de outros que apenas choramingam falta de oportunidade, seus trabalhos ganham vida e forma e aos poucos ele vai cavando seu espaço.”

Para ler mais, acesse: http://homemnerd.com.br/resenha.php?id=7360

E deem uma olhada nos convites virtuais para os lançamentos em Vila Velha e Rio de Janeiro:

convite_vilavelha

convite_rio

 

Anúncio do livro no blog do Zine Brasil: http://zinebrasil.wordpress.com/2009/06/26/livro-estevao/

Para quem quiser baixar  o primeiro capítulo em pdf: http://www.4shared.com/file/82191313/e92480fa/Enquanto_teaser.html

estevao_cor

Agora sim, gente!

Vou fazer um ping-pong a semana que vem para lançar meu livro “Enquanto Ele Estava Morto…” na terra onde ele foi concebido e melhor, onde se passa a história: no Espírito Santo!

Semana que vem parto pra lá e começo a correr atrás de um modesto buffet que quero fazer pare receber os amigos, convidados e parentes da terrinha, para voltar correndo e lançar no Rio!

Então, gostaria de ver todos os parentes, amigos e colegas que estejam em terras capixabas para prestigiar o lançamento do meu primeiro livro, dia 03 de julho, uma sexta feira, às 19h, na Livraria LOGOS de Vila Velha,  localizada à rua Dr. Antônio, Nº 684 – Ed. Park Center – Lojas 06/07 – Centro. Tel.:   27 3388-2011 .

Já os amigos descobertos em terras cariocas (um bocado de gente boa só conheço pela net e amigos de bebedeira), apareçam no lançamento dia 08 de julho, uma quarta feira, às 17:30, na Livraria Leonardo Da Vinci, localixada à avenida Rio Branco, nº 185 – Subsolo – Centro/RJ. Tel.:  21 2533-2237 

O livro, como falei no post https://euriomuito.wordpress.com/2009/06/04/lancasampa/ , eu narro os nove dias em que passei procurando pelo meu irmão, após receber uma ligação informando a sua morte num garimpo na Bahia. Paralelo a esta triste fato, relato histórias ouvidas na infância sobre a minha mãe e meus cinco irmãos, abandonados pelo meu pai quando eu, o caçula, tinha seis meses de nascido.

O livro tem 116 páginas e custa baratin, R$ 20,00.

Além do “Enquanto…” as pessoas terão oportunidade de conhecer outros trabalhos, como Contos Tristes e Tristão.

Apareçam!

Trânsito na Presidente Vargas

Trânsito na Presidente Vargas

 

Faço agora meu relato de vida direto do front. Estou no meio do trânsito do Rio, engarrafado Presidente Vargas, em frente à Central do Brasil.
Tentando vencer a labirintite que me ataca cada vez que o ônibus chacoalha, eu digito do meu telefone celular, então não sei se isso dará certo e me desculpem os eventuais erros deste post. Aproveitem também que estäo de coração aberto e perdoem os erros dos anteriores, por falta de uma formação decente deste que vos escreve com dois polegares doídos na frente de uma telinha minúscula.
A lei da Física é ignorada por aqui e todos querem ocupar o espaço de todos. Faróis são lançados na traseiras de outros, na esperança de pulverizar o indivíduo de sorte que está dois metros a frente.
Dentro do ônibus que me encontro o pessoal se vira como pode. um senhor tem uma lampada amarrada na testa para ler seu livro e o gordo aqui é alvo de bolsas das pessoas que passam. Mas sou paciente. acredito que, em mais uma hora esse transtorno passa e saio deste balançar que me faz pensar que estou num barco… Alguém tem um remedinho pra enjôo aí?

______

Para dar uma balanceada, vou inaugurar uma nova seção aqui, chamada “Coisas que vejo pelo caminho…” onde pretendo mostrar coisas interessantes ou apenas corriqueiras que vejo nas minhas descobertas aqui no Rio.

Fotos na ponte Rio-Niterói em alta velocidade:

 

img222

img224

img226

Uma senhora chinesa vendo o canal chinês em Rio Comprido, perto da Estácio de Sá.

img227

Eu, Ana e Mauricio na MSP!

Eu, Ana e Mauricio na MSP!

Bem, como podem ver a dois posts atrás, fui a Sampa por causa de um compromisso de uma vida inteira e, de quebra, iria lançar meu livro lá. Uma coisa que aprendi na minha quarta viagem à Sampa é que a cidade não gosta de mim.

Depois de uma viagem legal, minha expectativa era com o tal frio de rachar que viria, e eu estava preparado. Seis horas da manhã na rodoviária do Tietê e cadê o frio? Eu e a minha esposa Ana esperávamos neve, baseado no que meus amigos estavam falando.

Pegamos o metrô em direção à Barra Funda e fomos apresentados ao conceito “sardinha”. Seis da matina e aquilo já fervia. Tínhamos ainda sair de uma linha e ir para outra, mas cheia ainda. Ânimos exaltados, caí em cima de algumas pessoas, chegamos amassados ao nosso destino, depois de um taxi. Esperamos duas horas para liberarem um quarto para enfim descansar.

Depois, me dirigi ao compromisso esperado: Conhecer Mauricio de Sousa! Sim, o pai da Mônica e de um bocado de personagens/filhos/personagens. O homem que ganhou a vida com traço. O homem que batia na altura do meu peito!

Foi muito estranho e legal ver aquele homem colossal ser menor do que eu. Eu esperava ver o homem que eu veria quando tivesse sete anos, ou seja, um gigante. Não me decepcionei.

O homem é um gigante.

Conheci todo o processo – do qual tinha uma idéia, mas nada substituiria VER tudo acontecendo – e me senti orgulhoso de fazer parte daquilo, mesmo que à distância. Eu produzo roteiros para o Sr. Mauricio, que logo me pediu para não o chamar de senhor. Conversamos sobre projetos futuros e apenas conversamos.

Mostrei meus outros trabalhos – que espero que ele um dia leia – e saí de lá com um orgulho do que vivi, do que vi. Eu vi um homem que faz o que gosta há cinqüenta anos.

 —

Ah, sobre meu lançamento? Bem, feito às pressas, sem divulgação… Poucos gatos pingados foram lá me prestigiar. O tal frio que eu esperava – eu REALMENTE queria sentir uma noite fria – São Paulo não me deu. Só o senti de partida, quando peguei o ônibus de volta para o Rio de Janeiro. É por essas e outras que acho que São Paulo não gosta de mim… mas o Mauricio gosta!

dia_dos_namorados

 

O post de hoje ainda não é sobre o resultado da viagem para Sampa, que virá em breve, talvez na segunda.

Quero falar agora sobre esta data que tanto nos enche de alegria e esvazia os nossos bolsos. O Dia dos Namorados!

Dizem que o Dia dos Namorados foi introduzido no Brasil por numa promoção de uma loja chamada Clipper, em 1948. Outros dizem que o “Pai” desse evento foi  o publicitário João Dória, em 1950. Talvez esse dia tenha sido introduzido ao Brasil por João Dória para um anúncio da loja Clipper.

Em suma: Dia dos Namorados foi criado para vender presentes e complicar um pouco mais a vida do homem, em escalas diferentes no decorrer da vida. Observe:

1 – Um menino não entende o porquê de sua amiguinha estar com raiva dele porque ele vai jogar bolinha com os amigos. Elas crescem mais rápido e esperam pelo menos um garrancho dele, mas ele só saberá vinte anos mais tarde que ela era apaixonada pro ele…

2 – Um adolescente com vergonha de suas espinhas terá gasto seus últimos trocados com uma revistinha pornô ou um mangá (ou ambos!) enquanto poderia ter dado uma lembrancinha à sua amiga de colégio, que descobrirá 15 anos mais tarde que ela era apaixonada por ele…

3 – Um jovem rapaz ficará com inveja de seus amigos, que marca uma série de coisas legais exatamente para hoje, mas ele terá que passar o dia com a sua ficante, que logo deixará e descobrirá 10 anos mais tarde que ela era (REALMENTE) apaixonada por ele…

4 – Colegas de trabalho trocarão olhares e ele dará uma lembrancinha para ela, mesmo sabendo que ela tem um namorado, e ela só perceberá cinco anos mais tarde que era apaixonada por ele…

5 – Duas pessoas se encontram depois de muito tempo e se declaram que há vinte anos eram apaixonados um pelo outro, mas as experiências da vida os fazem ter uma certa aversão a relacionamentos e comemoram o Dia dos Namorados numa transa casual. Cada um vai para um canto, para viver suas vidas, sabendo que são apaixonados, mas sabe lá Deus porque não vão viver isso…

 

Não entenda isso como uma forma de desacreditar no amor, quero mostrar apenas que nós, homens, perdemos chance porque não falamos na hora, na lata, o que sentimos (ou que não sabemos do que estão falando com a gente).

O que quero dizer aqui, agora, hoje, é o seguinte:

Diga, declare, assuma, aproveite que o dia é propício para uma cena de novela:

Grite na chuva o nome da amada no meio da rua –mas cuidado com os carros!

Visite-a de surpresa em seu apartamento – tá, eu sei que o porteiro estragará tudo te anunciando…

Não tenha vergonha de comprar um buquê no sinal perto de casa – mas cuidado com os aproveitadores, eles cobram caro por meia dúzia de rosas!

Não tenha medo de ser brega e mande uma telemensagem – se bem que a maioria faliu…

Se não tem namorada, elogie sua mãe, sua irmã, suas amigas – mas cuidado para não te acharem mulherengo…

E quando encontrar a garota de 5, 10, 15, 20 ou de 50 anos atrás. Não tenha medo de disparar a frase que ouvimos sempre num encontro como esse:

– Sabe que eu já fui apaixonado por você? Fui e sou até hoje!

 

Feliz Dia dos Namorados a todos!

 

Especialmente para Ana Cristina Rodrigues, minha esposa e sempre namorada!

Próxima Página »